Sinead Lau é uma estudante de arte na universidade australiana de Deakin. Ela desenvolveu um trabalho para um cartaz cujos parâmetros são algo semelhantes aos que regem o trabalho que terão de produzir para a OA12 UT9 2009-2010 , tendo no entanto em conta que o tema visado é completamente diferente. A linha gráfica é baseada no… [Ler mais…]
Estes “desenhadores compulsivos” estabeleceram uma comunidade muito unida e activa que reúne membros de todas as nacionalidades – alguns portugueses – trocando impressões e, claro está, divulgando os seus desenhos. A comunidade dá pelo nome de Urban Sketchers e estes são exemplos de registos realizados por alguns dos seus membros… © Eduardo Salavisa
“Sendo o Diário Gráfico um instrumento de trabalho tão importante para artistas plásticos, assim como para pessoas das mais variadas áreas, que têm o hábito de desenhar com frequência num caderno portátil, será com certeza também de grande utilidade para os alunos, vocacionados ou não para a área das artes visuais, tornando-os mais atentos, mais… [Ler mais…]
© Rodchenko. Retrato de Lilya Brik . 1924 Quem diria que esta fotografia foi tirada há 88 anos? Alexander Rodchenko é um dos expoentes máximos da vanguarda soviética dos anos 30. Nasceu em São Petersburgo, em 1891. A sua familia mudou-se para Kazán, no Oeste de Rússia, onde Alexander estudou Historia da Arte. Posteriormente foi para Moscovo,… [Ler mais…]
Nos anos que se seguiram à revolução russa de 1917, o design gráfico desenvolveu-se a ponto de se tornar um veículo de comunicação em massa e de propaganda politica. A Rússia tinha uma poderosa tradição visual e tinha também uma intelligentsia artística que, impulsionada pelo Futurismo, estava decidida a voltar as costas ao passado.
Nas ruas das crescentes cidades europeias do final do século XIX, os cartazes eram uma expressão da vida económica, social e cultural, competindo entre si para atrair compradores para os produtos e público para os entretenimentos. A atenção dos transeuntes era capturada pelo colorido dos cartazes, que se tornou possível graças ao desenvolvimento da impressão litográfica…
A fotografia tem três elementos principais: o enquadramento, o momento e a luz. Estes tópicos influenciam a fotografia de uma maneira muito particular. O enquadramento de uma fotografia é algo que pode ser escolhido e trabalhado de modo a mostrar o objecto/paisagem do melhor ângulo possível. O momento é algo que não pode ser escolhido,… [Ler mais…]
A câmara fotográfica digital veio revolucionar completamente o processo de captura de imagens. A película (filme) para o registo das imagens foi substituída pela imagem digital, esta dispensa o processo de revelação e é um sistema muito mais simples e cómodo para o armazenamento e visualização da fotografia.
O Diafragma fotográfico é uma estrutura que se encontra no interior de todas as objectivas, e tem o papel de controlar a quantidade de luz que atinge o sensor. A luz é controlada por um conjunto de umas lâminas finas justapostas que abrem e fecham dependendo do valor da abertura do diafragma.
“Enquanto que o diafragma desempenha o papel de uma janela mais ou menos aberta, o obturador desempenha o papel de uma cortina fechada sobre essa janela”. Adaptado de “Aprenda a Fotografar” de Antoine Desilets
A objectiva é uma das partes mais importantes da máquina fotográfica. É um dispositivo óptico composto por um conjunto de lentes utilizado no processo de focalização da cena a ser fotografada. A objectiva é responsável pelo enquadramento e pela qualidade óptica da imagem.
Todas as máquinas fotográficas se baseiam num princípio-base. É possível observar este princípio se nos encontrarmos numa sala escura onde exista um orifício numa parede, pelo qual entre luz vinda do exterior. O que quer que esteja no exterior, iluminado por essa mesma luz, vai ser reproduzido na parede. Como tal, existem em todas as… [Ler mais…]
© Ben Cauchi. “O princípio e o fim“, 2009 Uma série de artigos – dos quais este será o primeiro – serão aqui dedicados à componente teórica da fotografia. Os conteúdos que aqui são apresentados, serviram para enquadrar a Unidade de Trabalho 8 de Oficina de Artes (OA12 UT8 2009/2010) e resultam da investigação levada… [Ler mais…]
© Tom Price. Cadeira derretida “Meltdown Chair”. 2007 O designer inglês Tom Price dedica-se à concepção de mobiliário em materiais sintéticos cujo processo de construção passa pela moldagem a quente de corda, desperdícios de plástico, tubos e outros.
Estes ensaios abstractos, têm muito mais piada “ao vivo” do que em fotografia, que não lhes consegue fazer justiça; primeiro porque são de grande formato (80×110 cm), depois porque a textura conferida pelas diferentes espessuras da tinta não é aqui visível. Estão agora merecidamente expostos nas vitrinas da escola. Valeu a pena tanto pingo e… [Ler mais…]
Descobri esta animação sobre o tema das Ideias e da Criatividade no blogue “Musamos“
Fevereiro 26, 2010
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