Área de Projecto 2009/2010: Ponto da situação dos trabalhos de grupo no 2º período, pelos próprios…

Aqui se transcrevem os textos dos vários grupos de Área de Projecto da turma N do 12º ano nos quais os alunos fazem uma descrição dos seus percursos de trabalho e actualizam possíveis modificações aos seus projectos iniciais.

Crupo 1

“ Requalificação de um espaço público” –  SintraCinema.

O nosso objectivo é alterar o espaço do cinema num todo. No interior, pretendemos criar uma sala de cinema, um Cine-café com espaço para acolher esposições temporárias de artistas vários e uma biblioteca/sala de estudo, onde se poderá consultar arquivos, relacionados com cinema e outras areas ligadas as artes. Como inspiração temos o Modernismo e a Arte Nova. No lado de fora, a fachada encontra-se muito degradada e desactualizada, com isso, pretendemos fazer um estudo de cores e materiais de modo a criar uma fachada apelativa, dinâmica e mais moderna, relacionada com o ambiente envolvente de Sintra.

Depois de pesquisarmos e encontrarmos uma solução análoga, a nossa pesquisa centrou-se e basiou-se em objectos vanguardistas/modernistas on-line para uma boa elaboração do projecto no “Sketch Up”.

Após várias considerações, inicialmente deliberámos fazer apenas maquetas fisicas, incluindo a maqueta de volumes, a de interiores e a de exteriores. Mas, chegámos a conclusão que a resolução de uma maqueta digital resultaria melhor num trabalho final, tornando-o mais atractivo visualmente e fazendo com que o seu conteudo resulte melhor intelectualmente.

Para levar a cabo o nosso projecto, principiamos por nos deslocarmos ao departamento de Urbanismo da Câmara Municipal de Sintra, a fim de obtermos dados sobre as volumetrias dos edificios envolventes ao Sintra Cinema. A esse propósito foi nos indicado o Arq. Silva, que nos iria fornecer os volumes necessários para o nosso projecto. De maneira a facilitar o câmbio de informação, o Arq. Silva, indicou-nos a Prof. Luisa Lourenço de Geografia, que tem a base de dados dos Volumes, fornecido pelo Departamento de Urbanismo, para assim, podermos ter os dados necessarios para a realização da maqueta.

Na procura de soluções análogas, começámos por pesquisar e analisar o Antigo Cine-teatro Carlos Manuel, agora o recente Centro Cultural Olga Cadaval, onde encontrámos várias soluções semelhantes ao nosso projecto. Como outra solução, foi-nos indicado o Cinema Paris em Campo de Ourique, outro projecto realizado por alunos dos Salesianos de Campo de Ourique.

Como saídas, entrevistas e contactos feitos, começámos por contactar o Sr. Comendador João Justino, via e-mail, a fim de pedir autorização para visitarmos o local do Sintra Cinema, inclusive o interior do edificio. Mais tarde, contactámos o Eng. Nascimento, de maneira a termos acesso às plantas originais do edificio. Depois, já no Departamento de Urbanismo, a Dª. Florinda dirigiu-nos ao Arq. Silva, responsável pelo programa de volumetria da zona de Sintra, que por fim nos indicou a Prof. Luisa Lourenço.

Por enquanto, o nosso trabalho está a ser desenvolvido progressivamente, pois, estamos a avançar notóriamente na elaboração da maqueta digital no “Sketch Up”. Nas maquetas fisicas estamos de momento atrasados, mas a situação não depende de nós, pois, as informações de que necessitamos estão com a Prof. Luisa Lourenço. Também precisamos de entrar em contacto pessoalmente com o Sr. Comendador João Justino, a fim de podermos visitar o Sintra Cinema, num todo, analisando interiormente e exteriormente todos os detalhes de que precisamos, para podermos assim decidir definitivamente tudo o que queremos e desejamos fazer até ao final do ano. Isto inclui, a realização da maqueta fisica, do interior do Café.

Grupo 2

“Grão a grão…” “Sociedade consumista em acção!”

Dando continuidade ao projecto proposto no 1º período, o grupo nº2 faz aqui o ponto da situação até à data.

No decorrer do primeiro período, o projecto iniciou-se, dividindo-se em várias fases, com o objectivo de dar forma ao trabalho final, através duma maneira estruturada e objectiva.

Para começar foi necessário fazer um plano de pesquisa, com o intuito de dividir os tópicos pelos vários elementos do grupo. A distribuição, após algumas alterações foi a seguinte: o aluno João Santos contribuiu com uma lista de artistas conhecidos no campo das instalações artísticas; a aluna Mariana Leiria contribuiu com a recolha de informações sobre a construção em massa e as linhas de montagem, e também sobre a publicidade e marketing; a aluna Mariana Fazenda contribuiu com textos sobre o excesso de consumo, os passos as seguir na realização de clips de vídeo, e a técnica da pasta de papel; o aluno Nuno Beijinho contribuiu com soluções análogas relacionadas com a sustentabilidade, e, tal como o João Santos, os artistas que já elaboraram instalações; e, por último, a aluna Madalena Marques contribuiu através da pesquisa sobre instalações com o uso de iluminação.

O plano inicial não era igual ao que se apresenta. Existiram algumas alterações, como: o aluno João Santos, que em vez de fazer a pesquisa sobre a pasta de papel e sobre soluções análogas que tivessem por tema a sustentabilidade, fez a pesquisa sobre artistas que elaboram instalações artísticas, que já estava anteriormente feita pelo Nuno Beijinho. Também alguns temas foram eliminados da pesquisa por acharmos que não seriam necessários.

Na fase inicial do projecto, o nosso grupo focou-se na procura de um espaço que acolhesse o nosso projecto, pois era o ponto de partida e principal condicionante para a concretização da instalação. Após vários contactos, fomos recebidos pelo Museu da Arte Moderna de Sintra, onde fizemos uma apresentação do nosso projecto que teve como resultado a atribuição de uma sala que acolherá o produto final do nosso trabalho.

Decidimos então que deveríamos fazer um estudo da sala, para termos consciência da sua configuração exacta. Dirigimo-nos ao museu para fazer registos fotográficos da sala, tirar as medidas do espaço, as quais registámos numa planta e alçados que desenhámos, e que foram posteriormente utilizadas para a elaboração de uma maqueta de trabalho. Esta maqueta tem servido para testar ideias e experimentar várias soluções dentro do espaço que temos disponível.

Neste 2º período temos focado mais a questão da aquisição de materiais para podermos seleccionar as peças que queremos elaborar e delinear o aspecto final da instalação, tendo em conta os materiais que temos disponíveis. Começámos por contactar a empresa de tintas Robbialac, com o objectivo de obter algum apoio da mesma. Fizemos vários contactos, chegando a enviar a palete de cores e as quantidades necessárias, mas acabámos por ter uma resposta negativa da mesma, o que nos fez repensar nas cores e nas tintas a utilizar. De momento temos mantido contacto com vários espaços da zona de Sintra como cafés, um supermercado, uma farmácia, os quais nos têm fornecido materiais fora de uso (que seriam deitados para o lixo), os quais vamos pretendemos usar como matéria-prima da nossa instalação. Para além desta procura em espaços comerciais também temos angariado materiais junto de contactos e familiares dos vários elementos do grupo, e na escola, onde está a ser feita uma recolha de papel já utilizado.

A concretização da maqueta não foi algo que fizesse parte do trabalho em si, mas sim um meio que nos veio a permitir visualizar mais concretamente o produto final, embora em dimensões mais pequenas. A partir desta, pudemos reflectir e discutir as várias opções para a concretização da instalação artística. Foram analisadas várias questões, entre elas: o percurso que os visitantes iriam percorrer na instalação, o que iriam ver primeiro, como aproveitar o espaço tendo em conta a necessidade de um espaço para colocar o material electrónico que não ficaria visível, como criar um efeito visual apelativo que seja exequível no prazo estipulado e considerando os materiais disponíveis.

O nosso objectivo seria que a instalação fosse composta por dois espaços: uma parte mais clara, que transmitisse sentimentos agradáveis como serenidade e felicidade, e uma parte mais escura que simboliza as consequência do consumismo. A parte clara, a primeira a ser vista pelos visitantes, sé constituída por formas geométricas de cores claras, em cartão e, progressivamente, ou seja “grão a grão”, começa a desvanecer-se, de modo a dar lugar ao lixo, à confusão, caos e escuridão. Nessa parte mais obscura serão projectados clips de vídeo referentes ao tema da instalação.

Como o nosso orçamento e muito reduzido e a possibilidade de nos facultarem tintas já não existe, tivemos que restringir muito a escolha das tintas, daí que iremos usar maioritariamente o preto (para a parte escura) e o branco (para a parte clara), além de alguns apontamentos em vermelho e roxo em algumas peças.

Para esta ideia surgiram várias opções, que ainda se encontram em consideração e análise pelo grupo:

Relativamente ao cumprimento dos prazos estabelecido, temos consciência que é um dos factores prioritários neste projecto, já que existem prazos para serem cumpridos de acordo com o tempo disponível para exposição, assim como o tempo para montagem pré-exposição e desmontagem pós-exposição.

O trabalho em si apresentou já diversas hipóteses de realização desde o seu início, mas por invalidação de algumas ideias, problemas com materiais, ou outras causas a configuração do resultado final ainda não está totalmente definida. Encontramo-nos, portanto, numa nova fase de “brainstorming” quanto ao seu aspecto final.

  • João Santos nº 9
  • Mariana Leiria nº11
  • Mariana Fazenda nº12
  • Nuno Beijinho nº16
  • Madalena Marques nº28

Grupo 3

“Muda de Vida!” – Video sobre o tema “Sustentabilidade”

Durante o decorrer de vários brainstormings, decidimos alterar o produto final de documentário para um filme/curta metragem. Achamos que é uma forma mais apelativa de chamar a atenção do público para a mensagem que pretendemos transmitir. Assim, através de um enredo, podemos exemplificar os aspectos quotidianos e as consequências de ser ou não “sustentável”. Por isso, tivemos de incluir no nosso percurso a realização de um guião e retiramos da nossa pesquisa conceitos como documentário e entrevista.

Decidimos, depois de finalmente definir uma história, que esta seria filmada, em cenas de exterior, nas ruas de Lisboa e que não queríamos que os actores principais no nosso filme fôssemos nós, qualquer pessoa da turma ou sequer da escola: definimos que iríamos encontrar actores que não pertencessem à nossa escola.

Desenhámos o Storyboard (que inclui desenhos de momentos de todas as cenas, contando e organizando, assim, a história que queremos contar). Escrevemos então o Guião, que inclui os diálogos e a descrição de cada cena. O Guião e o Storyboard permitiram-nos ter uma visão mais ampla e clara do nosso trabalho, e assim ter a certeza do que realmente queremos e não queremos.

Após alguma pesquisa, encontrámos soluções análogas, que são ideias semelhantes à nossa, ou soluções idênticas para o mesmo problema. As soluções consultadas servem-nos como ponto de situação sobre o que já foi feito e o que nós, como grupo, podemos fazer para além disso. Utilizámo-las também como referência criativa, para desenvolvermos uma nova maneira de apresentar o problema e a solução para este.

Os vídeos que considerámos como soluções análogas são animações baseadas maioritariamente no meio ambiente e em questões ecológicas.

Efectuámos pesquisas sobre o conceito de sustentabilidade,  Storyboard,  e  técnicas de filmagem.  Estes conceitos foram aplicados na história que construímos, cujo tema principal é sustentabilidade. O Storyboard possui diversas características que também foram aplicadas, pois para podermos começar a filmar, temos de saber o que focar em cada cena, as falas, o posicionamento das personagens face à câmara. As técnicas de filmagem apenas irão ser aplicadas quando iniciarmos as filmagens.

Até agora, no percurso do nosso projecto, contactámos duas empresas de aluguer de equipamentos audiovisuais, pois era-nos difícil disponibilizar câmaras de filmar e um microfone. Neste momento, ainda não recebemos qualquer resposta, mas conseguimos já uma câmara (gostaríamos de ter duas) e um microfone.

Contactámos algumas pessoas nossas conhecidas, para sabermos se estariam disponíveis para participar neste projecto como actores. Temos já disponível uma rapariga para interpretar a personagem feminina principal do filme e uma outra rapariga para interpretar a personagem feminina que aparece na última cena. Estamos, presentemente, à procura de um rapaz que esteja disponível para interpretar a personagem principal.

Desde o início, fizemos algumas alterações ao plano que tínhamos, mas isso parece-nos normal. Estamos bastante ansiosas para começar as filmagens.

Quanto ao trabalho feito até agora, temo-nos organizado muito bem como grupo e esperamos que o desenvolvimento do trabalho corra conforme planeado.

Na nossa opinião estamos bem encaminhadas no trabalho, conseguimos realizar e desenvolver bem as tarefas e ideias, conseguimos dividir bem as tarefas e como grupo estamos a funcionar perfeitamente.

Storyboard:

Vídeos/Soluções Análogas:

  • Anabela Antunes
  • Inês Neto dos Santos
  • Mariana Cáceres

Grupo 4

“ Solidão: nos arredores de uma vila que não há”

Como se sabe, o nosso projecto é um documentário vídeo sobre a problemática da solidão.

O projecto encontra-se, como seria de esperar, em crescimento/desenvolvimento.

O grupo considera que ainda é cedo para ter algo definitivo, ou seja, as ideias estão constantemente a surgir, o que por vezes leva a alterações na nossa visualização do futuro produto final.

Até agora o grupo foi realizando trabalho de pesquisa, tentando então chegar ao que realmente é a solidão. Para além da pesquisa do tema a ser abordado, o grupo achou essencial também, informar-se sobre técnicas de filmagem.

Sendo a solidão um tema que nos “media” surge associado aos idosos, e sendo um dos nossos principais objectivos mostrar que nem só aos idosos afecta este problema, o grupo acha pertinente que se realizem visitas a lares e centros de dia. Para tal já reunimos várias moradas e contactos, dados esses dos quais vamos usufruir em breve, realizando assim a nossa primeira visita  que por enquanto ainda não tem data prevista.

Houve também a procura de soluções análogas, algo em que nos pudessemos basear para nos ajudar a desenvolver o documentário. A solução encontrada agrada ao grupo todo, no sentido em que proporciona a junçao da fotografia com o vídeo, algo que esteve sempre na nossa mente.

A solução análoga é visível no storyboard, storyboard esse que foi dado como terminado mas que possivelmente, sofrerá pequenas alterações.

O grupo realizou também um esquema de perguntas, perguntas essas para serem feitas aos entrevistados que constarão no nosso documentário.

Por fim, o grupo elaborou um pedido de colaboração que enviou por e-mail a um canal de televisão, a Sic Esperança, ao qual espera ansiosamente, receber resposta.

Estava previsto o grupo começar com entrevistas de rua  começando no ensino primário e terminando na faixa etária mais idosa, mas tal não tem sido possível. E porquê? A escola primária que tínhamos seleccionado como escola alvo para começar as experimentações vídeo, não se mostrou interessada argumentando com o facto de a solidão ser um tema demasiado pesado para crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 10 anos de idade. O grupo apenas pretendia saber o quão informadas ou não estão as crianças de faixas etárias e lamenta tal não nos ter sido possível.

Devido ao facto de visitar escolas e entrevistar os seus alunos envolver pedidos de autorização aos encarregados de educação para que os seus educandos sejam filmados, o grupo decidiu fazer as entrevistas na rua, abordando pessoas que estejam por sua conta e risco e apenas os que se mostrarem o suficientemente à vontade e interessados em contribuir.

Outra parte importante da qual o grupo já está a tratar é a escolha de personagens, ou seja, representando cada personagem um tipo de solidão distinto.

Apesar dos obstáculos que nos têm sido levantados e do possível atraso  com que o projecto possa estar, estamos confiantes quanto ao que queremos como produto final. A ideia de fazer um documentário vídeo continua intacta, tendo mudado apenas a maneira de actuar, de resolver.

O balanço é , no entanto, positivo.

Grupo 5

A esta altura do ano é muito útil reflectir sobre o que já foi feito e sobre o que ainda há para fazer. E em relação a esta reflexão é bastante agradável poder dizer que este grupo não vai mais adiantado devido às condições climatéricas, no entanto uma posição optimista facilita muito as perspectivas, da fase actual e das fases futuras.

Relembrando o nosso objectivo final, consciencializar as pessoas devido ao consumismo elevado, mas principalmente uma faixa etária mais jovem. Para atingir este fim iremos realizar um filme, uma curta-metragem, que como já referimos já podíamos ter começado a gravar, mas não consideramos que o tempo que passou tenha sido desperdiçado, simplesmente estamos um pouco receosas porque nenhuma de nós tem experiência em filmes e por isso temos medo que o tempo não chegue para corrigir os possíveis erros que possam existir.

Enquanto aguardamos dias sem chuva, organizamos o nosso calendário, de maneira a não atrasar mais nada, pensamos e repensamos no guião e nos sítios de filmagem. Em relação a estes dois tópicos essenciais, no guião apenas falta o diálogo, que decidimos não escrever, porque uma vez que as personagens vão ser interpretadas por nós, membros do grupo, achámos que seria melhor ao fazer ensaios imaginando as cenas e em conversa decidir o que cada personagem diz. Em relação aos cenários, são locais que cada membro sugeriu, na nossa história, existe um escritório, um quarto, uma sala e uma loja, locais cobertos, mas existem cenas em locais exteriores, para cada local cada uma sugeriu um sitio, e foi a partir destas sugestões que concluímos os sítios finais. Para além destes aspectos importantes no nosso filme, existe também as personagens, que estão criadas física e psicologicamente.

Locais de filmagem:

Tudo isto foi rapidamente decidido para a realização do storyboard, uma fase ultrapassada em que tivemos muitas dificuldades, fizemos bastantes pesquisas na Internet e consultamos também fontes pessoais, conhecimentos que estudaram este ramo das artes. Embora no ponto situação actual o storyboard esteja um pouco desactualizado, iremos actualizá-lo com cenas alteradas e outras mais concretas.

Em conjunto com o storyboard era necessário juntar dados que achássemos relevantes como soluções análogas, e para responder a isso juntámos dois vídeos com origem no site: www.youtube.com que retratam o tema, um de uma maneira exagerada o que faz chamar a atenção de quem o vê, o outro de uma maneira mais séria mas que provoca a mesma atenção. Para completar, acrescentamos uma selecção de músicas, que fazem parte da banda sonora de um filme que foi um pouco a nossa inspiração, Shopaholic, e algumas dessas músicas farão parte do nosso filme. Fizemos estas escolhas para representarem o mesmo tema abordado mas de diferentes maneiras, o que nos deu uma perspectiva daquilo que se pode ou não fazer para se ter um bom produto final.

Para concluirmos, a próxima coisa a fazer é decidir dias de filmagem, e pormenores para corresponderem ao guião e por fim começar a realizar o nosso filme de investigação.

Grupo 6

“E tudo a dependência levou”

O nosso projecto tem sofrido várias alterações ao longo deste período escolar. Nós como grupo tivemos vários problemas que surgiram durante o percurso do desenvolvimento do trabalho. Se o trabalho era pertinente… se transmitia a mensagem que queríamos passar… se era exequível e se era apelativo ao público que queríamos sensibilizar.

Depois de várias discussões e várias propostas apresentadas pelos elementos do grupo e também apresentadas pelo professor ocorreram varias alterações no projecto exposto no inicio. Inicialmente tínhamos proposto apresentar 3 peças artísticas que tinham como efeito sensibilizar e chamar a atenção para 3 dependências que afectam a sociedade, depois de varias pesquisas, analises e investigações concluímos que o projecto inicial continha alguns aspectos impossíveis de concretizar e não trespassava na perfeição a mensagem que pretendíamos emitir. Atendendo a situação decidimos reformular o projecto.

Na actual situação o projecto consiste na elaboração de uma figura humana em gaze engessada sentada a frente de um computador em tamanho real, de modo a transmitir uma ideia de fixação pelos meios informáticos e deste modo sensibilizando assim a camada jovem para os perigos do uso excessivo do computador, que nos dias de hoje afectam uma grande quantidade de jovens. Esta ideia surgiu após realização da solução análoga onde descobrimos um artista plástico denominado Daniel Edwards que trabalha com a forma humana e que nos seus trabalhos aplica criticas inteligentes a figuras públicas. Para chegar-mos ao produto final tivemos varias ideias que foram posteriormente rejeitadas pelos elementos do grupo, uma delas consistia na intervenção num manequim. Mas esta ideia foi rejeitada depois de entramos em contacto com varias sucatas e varias lojas onde se vendem manequins porque o nosso orçamento financeiro não suportava tamanha despesa.

Para podermos realizar o trabalho tivemos ajuda de algumas pessoas do conselho executivo nomeadamente a professora Clara Alves que nos disponibilizou uma sala com determinadas características onde podemos trabalhar á vontade. Ainda temos que pedir autorização a direcção da mediateca para expormos o nosso trabalho para ter o efeito desejado.

Concluindo, o mais difícil já foi ultrapassado que era aceitação do projecto final por todos os elementos do grupo agora a próxima fase é a realização do mesmo, com o empenho de todos os elementos do grupo o trabalho vai na direcção correcta, olhando para o primeiro período onde os elementos mostravam um certo desleixo e um muito “deixa andar” o mesmo grupo mostra agora uma atitude de responsabilidade e um interesse e empenho que não mostrou no inicio do primeiro período. Muito do trabalho ainda esta no papel devido a problemas externos ao grupo porque certas autorizações estão pendente mas espera que num futuro muito próximo esteja resolvido.