ENUNCIADO DES12 UT.07 2016-2017: “Vanguardas”; Encontros e encruzilhadas nos percursos expressivos da vanguarda artística portuguesa.

O termo “vanguarda”, aplicado à expressão artística, refere-se normalmente a uma intenção de rotura deliberada para com os preceitos e as convenções vigentes numa dada altura, sobre o modo como se entende e como se cria “arte”. Um razoável número de críticos e historiadores de arte aceitam a existência de dois períodos distintos relativos às artes visuais no Portugal do séc. XX, tendo sensivelmente a 2ª Guerra Mundial como evento separador entre esses dois períodos. Ao primeiro, referem-se-lhe como “Vanguarda”, aglutinando correntes como o Modernismo e o Futurismo, e cujos principais protagonistas foram Almada Negreiros, Amadeo de Souza-Cardoso e Santa Rita Pintor. Para o segundo período, mais alargado no tempo e com um número significativamente maior de representantes, aceita-se a designação de Neo-vanguarda ou Pós-vanguarda, englobando nomes como Júlio Pomar, Paula Rego, Graça Morais, Lourdes Castro, Ana Vieira e muitos outros.

Pretende-se com esta UT, cruzar modos de ver, de expressar e de representar entre variadas obras e artistas destas vanguardas…

© António Marques/ Sala17 – 2016/2017

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